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	<title>Salomão Terra</title>
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		<title>Estação Pátio e a Economia Criativa</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 13:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ink]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da estreia em 19/03 com a temática (incomum) sobre Cutelaria, o projeto Estação Pátio Savassi segue firme recebendo, em 02/04 (no próprio Pátio Savassi, pela manhã), uma conversa sobre Economia Criativa. Não só pelo envolvimento a partir das demandas &#8230; <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2011/03/29/estacao-patio-e-a-economia-criativa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-192" title="estacao-do-saber" src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2011/03/estacao-do-saber.jpg" alt="" width="650" height="488" /></p>
<p>Depois da estreia em 19/03 com a temática (incomum) sobre Cutelaria, o projeto Estação Pátio Savassi segue firme recebendo, em 02/04 (no próprio Pátio Savassi, pela manhã), uma conversa sobre <strong>Economia Criativa</strong>.</p>
<p>Não só pelo envolvimento a partir das demandas da <a href="http://www.inkcreative.com.br" target="_blank">Ink</a> (que cuida da parte de redes sociais da Estação do Saber) mas também pelo interesse por áreas criativas, me interessei bastante pelo tema.</p>
<p>Espero que tenhamos uma discussão rica, contando também com a participação do <a href="http://twitter.com/lucasmortimer" target="_blank">&#8220;Lucas do Pegada&#8221;</a> e a pesquisadora da USP Thais Barros.</p>
<p>Para quem se interessar, <a href="http://www.estacaodosaber.art.br/estacao-patio-savassi/ver-e-ouvir-o-diferente-economia-criativa-voce-conhece/" target="_blank">o convite está feito</a>. Nos vemos lá?</p>
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		<title>Rede Mídia, Twitter e Ink</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 12:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ink]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Na quinta-feira 24/03/11, o programa Rede Mídia, da Rede Minas, abordou o &#8220;aniversário&#8221; de 5 anos do Twitter. Em BH &#8211; e certamente em todas as cidades nas quais a emissora está presente -, a Rede Minas é uma referência &#8230; <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2011/03/28/rede-midia-twitter-e-ink/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2011/03/ink+isabella.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-183" title="Ink e Isabela Araújo" src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2011/03/ink+isabella.jpg" alt="" width="600" height="425" /></a></p>
<p>Na quinta-feira 24/03/11, o programa <a href="http://www.redeminas.tv/rede-midia" target="_blank">Rede Mídia</a>, da Rede Minas, abordou o &#8220;aniversário&#8221; de 5 anos do Twitter.</p>
<p>Em BH &#8211; e certamente em todas as cidades nas quais a emissora está presente -, a <strong>Rede Minas</strong> é uma referência de qualidade incontestável. Exclusivamente neste programa, participaram do debate a professora <a href="http://twitter.com/lorenatarcia" target="_blank">Lorena Tárcia</a>, que também foi minha orientadora na pós-graduação e <a href="http://twitter.com/arpjulia" target="_blank">Júlia Ramalho</a>, amiga e coordenadora do projeto <strong>Estação Pátio</strong>, da <a href="http://www.estacaodosaber.art.br" target="_blank">Estação do Saber</a>, primeiro cliente da <a href="http://www.inkcreative.com.br" target="_blank">Ink</a>.</p>
<p>&#8230;e por falar em Ink, imagens  foram feitas na agência, com a colaboração da analista <a href="http://www.twitter.com/isaabelaaraujo" target="_blank">Isabela Araújo</a>. Confira o programa na íntegra.</p>
<p><strong>Parte 1</strong></p>
<p><script src="http://player.sambatech.com.br/current/samba-player.js?playerWidth=600&amp;playerHeight=355&amp;profileName=sambaPlayer-redeminas.xml&amp;ph=70db09a89afce8cc5ca2ef7542006fd5&amp;m=2c9f94b42ee3c04e012eee19bd5206f0"></script> </p>
<p><strong>Parte 2</strong> </p>
<p><script src="http://player.sambatech.com.br/current/samba-player.js?playerWidth=600&amp;playerHeight=355&amp;profileName=sambaPlayer-redeminas.xml&amp;ph=70db09a89afce8cc5ca2ef7542006fd5&amp;m=2c9f94b62ee6ffe4012eee19f3960506"></script></p>
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		<title>Narrativas Transmídia e o paradigma Nolan</title>
		<link>http://www.salomaoterra.com.br/2010/08/26/narrativas-transmidia-e-o-paradigma-nolan/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mkt Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtos e subprodutos... Seria mesmo necessário um marketing de entretenimento que se pauta em múltiplas plataformas? <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2010/08/26/narrativas-transmidia-e-o-paradigma-nolan/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2010/08/star-wars_blog-pessoal.jpg"><img src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2010/08/star-wars_blog-pessoal.jpg" alt="" title="star-wars_blog-pessoal" width="530" height="286" class="alignnone size-full wp-image-143" /></a></p>
<p>Narrativa Transmídia, ou Transmedia Storytelling. O conceito abordado por Henry Jenkins no livro já amplamente comentado Cultura da Convergência é vivenciado amplamente por usuários/consumidores de informação e produtos, sobretudo os culturais, na era da informação digital.</p>
<p>Para exemplificar este formato de construção de produtos “convergentes”, Jenkins resgata Matrix. A película (?), de 1999, é tida por ele como uma das mais significativas produções do gênero, que basicamente se compõe a partir de fragmentos dispersos em vários momentos e mídias (cinema, internet, mobile etc) que, ao final, formam um único universo, responsável por dar ao público uma experiência mais sensacionalista (não no sentido negativo, mas o de sensações) da complexidade, e totalidade, da obra.</p>
<p>Particularmente acredito que Star Wars tenha sido a obra de Narrativa Transmídia mais bem sucedida. De sua concepção e lançamento original, já recheado de quadrinhos, camisetas e toda a base de produtos que caracterizariam o cânone para acervos fanboy, aos mais recentes lançamentos de três grandes produções, completadas por animações, jogos de vídeo-game e toda a miríade de movimentos sociais (que incluem redes digitais ou encontros de fantasia), é inquestionável que a criação de George Lucas tenha rompido a barreira cinematográfica em si para tomar de assalto todas as possibilidades midiáticas.</p>
<p>Star Wars é ainda um exemplo de ciclo comum nestas narrativas, com história, personagens e públicos bem definidos levando à criação espontânea de novos conteúdos, que, por sua vez, geram subprodutos e novos pontos de venda. Os fãs da franquia compram a brincadeira muito bem, e, para quem os conhece, sabe que na hora de investir em um Sabre de Luz, ou simples máscara de Darth Veder, grana não é o problema e o marketing de “valores” fala mais alto.</p>
<p>Entretanto, a recente leitura da obra de Jenkins, em paralelo a uma incursão ao cinema para conferir a recente produção de Christopher Nolan, Inception (A Origem), me trouxeram à tona questionamentos sobre a aplicabilidade (necessária ou não) das narrativas transmídia. Seria mesmo  a melhor estratégia pensar sempre em universos que se expandiriam para várias mídias, afim de viabilizar produtos de longa duração? Até quando a narrativa fragmentada pode cativar uma audiência sedenta por imediatismos e obras de rápida digestão?</p>
<p>Embora não tenha demorado as décadas de Lucas para “concluir” sua obra, Nolan trabalha com A Origem desde 2001, ocasião em que apresentou a executivos da Warner um tratado sobre ladrões de sonhos. Em geral dando-se por satisfeito, o público que assiste à obra sabe muito bem que a narrativa termina ali, na sala de cinema mesmo, sem necessidade de desdobramentos futuros. É um filme inteligente, que inquestionavelmente pode gerar um gap de reflexão, mas seria desnecessário assistir a animações ou jogar um console para compreender o que se passa no enredo? Acredito que não.</p>
<p>Vale lembrar ainda que o mesmo Nolan adota postura totalmente oposta ao dirigir a famigerada figura de Batman, com Begins e The Dark Knight. Como se sabe, a franquia se desdobrou em jogos, animações, ações virais (ARG&#8217;s) e todo o universo possível de suportes transmídias.</p>
<p>Em tempos de inteligência coletiva e estratégias de marketing de entretenimento cada vez mais agressivas, não raramente somos pegos de surpresa (em alguns casos de forma assustadora, como no Chatroulette). É necessário essa sobreposição mercadológica de narrativas transmídias? Para cada filme que se lança, pelos menos outros tantos subprodutos são ofertados. Neste sentido, A Origem mostra que ainda é possível a subsistência de obras em seus próprios limites, sem apelos megalomaníacos e estratégias mirabolantes de divulgação e captação de atenção, às vezes involuntária.</p>
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		<title>Confiabilidade na web</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 20:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Autoria]]></category>
		<category><![CDATA[Confiabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Andando por livrarias na capital mineira, fui supreendido pelo lançamento de um importante título para estudiosos/interessados em web, o livro Design Web Navigation, ou na versão nacional, Design de Navegação Web. Lançada pela O’Relly, a publicação apresenta mais de 400 &#8230; <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2010/04/30/confiabilidade-na-web/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-102 aligncenter" title="trust" src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2010/04/trust.jpg" alt="trust" width="493" height="238" /></p>
<p>Andando por livrarias na capital mineira, fui supreendido pelo lançamento de um importante título para estudiosos/interessados em web, o livro Design Web Navigation, ou na versão nacional, <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2645999&amp;ID=C93EA99B7D905130E241D0124&amp;PAC_ID=18660" target="_blank">Design de Navegação Web</a>.</p>
<p>Lançada pela O’Relly, a publicação apresenta mais de 400 páginas dedicadas a um elemento específico, a navegação.</p>
<p>Em uma das páginas iniciais – e introdutórias – decidi conferir (a partir de uma nota de rodapé), um assunto de grande relevância: a credibilidade de um website.</p>
<p>Imediatamente fui ao endereço referido no conteúdo, um site da universidade de Stanford dedicado apenas a pesquisas sobre o assunto. A Instituição, notável por seu papel central no Vale do Silício, e de onde sairam projetos como Yahoo, Amazon, Google etc, matém mais do que se pode supor sobre <a href="http://credibility.stanford.edu/" target="_blank">pesquisas relacionadas à Credibilidade</a>.</p>
<p>Em uma das seções,  há uma lista sobre “Guias” de <a href="http://credibility.stanford.edu/guidelines/index.html" target="_blank">elementos que podem tornar o seu site aparentemente mais confiável</a>. Traduzindo e simplificando rapidamente, são elas:</p>
<ul>
<li><strong>Facilitar a verificação da precisão do conteúdo do site</strong>: trocando em miúdos, qual a fonte destas informações? por quem elas são escritas? etc…</li>
<li><strong>Mostrar que há uma Organização real por trás do site:</strong> isso dá aos usuários confiança, e acima de tudo, uma referência de marca, contato e relacionamento.</li>
<li><strong>Destacar a expertise da sua empresa e que tipo de serviços ela desempenha:</strong> O usuário deve saber brevemente qual o ramo de atividades de uma empresa, e quais os serviços ela oferece.</li>
<li><strong>Mostrar que pessoas honestas e confiáveis estão por detrás do site:</strong> Identificar o responsável/agência desenvolvedora do projeto.</li>
<li><strong>Tornar fácil o contato com a empresa:</strong> Por motivos óbvios.</li>
<li><strong>O design do site deve ser profissional (ou apropriado para o seu propósito):</strong> Cores, formas, navegação e organização do conteúdo refletem a Visão da empresa para sua audiência. Imagine hotsites da Nike sem elementos criativos, ou de uma fundação do cancêr cheio de pegadinhas sem graça.</li>
<li><strong>Torne seu site fácil de usar, e usual: </strong>A famosa usabilidade.</li>
<li><strong>Atualize o conteúdo de seu site constantemente:</strong> Isto mostra a preocupação e o valor que a empresa dá à presença on-line.</li>
<li><strong>Use com moderação conteúdo promocional:</strong> …e eu acrescentaria de forma inteligente.</li>
<li><strong>Evite erros de quaisquer natureza, não importando o tamanho que são:</strong> vale o dito “quem discuida das pequenas coisas, cairá pouco a pouco”.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais e Plan B no Emprego e Renda da Rede Minas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 13:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego e Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Plan B]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da Rede Minas sobre Redes Sociais. Na matéria, um review dos jobs na Plan B. A propósito, a emissora agora é a mais nova parceira da casa. O portal será reformulado e a partir dele, várias ideias surgiram. Vale &#8230; <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2010/04/30/redes-sociais-e-plan-b-no-emprego-e-renda-da-rede-minas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reportagem da <a href="http://redeminas.tv/" target="_blank">Rede Minas</a> sobre Redes Sociais. Na matéria, um review dos jobs na <a href="http://www.planb.com.br" target="_blank">Plan B</a>.</p>
<p>A propósito, a emissora agora é a mais nova parceira da casa. O portal será reformulado e a partir dele, várias ideias surgiram. Vale à pena esperar para conferir o novo projeto.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GKFfWNXhnVU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/GKFfWNXhnVU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Chico Xavier, jornalismo cultural e redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Webjornalismo Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 05 de abril, na última sessão em um shopping de BH, fomos eu e alguns colaboradores para conferir de perto Chico Xavier, película de Daniel Filho então já gerando uma certa repercussão junto ao público. Com extensão mediana, &#8230; <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2010/04/23/chico-xavier-jornalismo-cultural-e-redes-sociais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-93" title="Chico Xavier - Filme" src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2010/04/chico-filme.jpg" alt="Chico Xavier - Filme" width="549" height="242" /></p>
<p>No dia 05 de abril, na última sessão em um shopping de BH, fomos eu e alguns colaboradores para conferir de perto <a href="http://www.chicoxavierofilme.com.br/site/" target="_blank">Chico Xavier</a>, película de <strong>Daniel Filho</strong> então já gerando uma certa repercussão junto ao público.</p>
<p>Com extensão mediana, história já conhecida e alguns clichês técnicos, saímos todos com impressões similares. Confesso que de todos, talvez eu, por não conhecer a fundo a história do médium brasileiro, ainda consegui absorver da obra ao menos seu aspecto histórico.</p>
<p>Passada a fase inicial, a <a href="http://www.twitter.com/priskka" target="_blank">Priscila Armani</a>, colaboradora de Cinema dos sites <a href="http://www.opperaa.com" target="_blank">Opperaa</a> e <a href="http://www.mondobhz.com.br" target="_blank">Mondo BHZ</a> dedicou-se à produção do <a href="http://www.opperaa.com/354-chico-xavier-no-e-cinema.html" target="_blank">review</a>. Ainda tomada pelas impressões iniciais, postou um texto de aspecto opinativo e bem pessoal.</p>
<p>Pessoal também foi o retorno dos usuários. Alguns através de comentários, outros por Twitter ou pessoalmente. Já esperávamos algo parecido. Escrever sobre arte envolve uma percepção íntima. Sobre religião, um ponto de vista imerso em fatores como formação da identidade social, educação etc. Juntar os dois no jornalismo é ainda mais arriscado.</p>
<p>Desnecessário dizer que alguns tomaram as críticas ao filme como bravatas contra Chico Xavier. E aí entram minhas colocações. Além das revistas, desenvolvo trabalho de Analista de Redes Sociais na agência <a href="http://www.planb.com.br" target="_blank">Plan B</a>. Percebi, logo inicialmente, que uma das mais árduas tarefas de um profissional deste campo é ao mesmo tempo abraçar a filosofia do cliente, mas ao mesmo tempo manter-se distante de laços emotivos, possibilitando assim a construção de um discurso institucional mais formal e menos emotivo (e perigoso).</p>
<p>Muito mais comumente do que se imagina, usuários tomam demasiada liberdade para expressarem-se de forma inteiramente direta e sem receios éticos quando se referem a uma empresa, produto, marca etc&#8230; Descontentes então, nem se fala. Algumas redes, como o Twitter são ainda mais propícias ao discurso ríspido, muito em virtude de seu formato.</p>
<p>Cabe aí uma reflexão valiosa. O Engajamento, um dos principais focos nas estratégias de gestão de redes sociais, acontece de forma quase laboral. Procure entender o ponto de vista do usuário. Ele dá várias dicas sobre isso. Tente reverter a situação. Agradeça. Se quiser, argumente. Nunca deixe-o sem resposta. Ao final, perceberá que uma crítica revertida tem valor inestimável, e um comentário, mesmo que negativo, é manifestação pura da vontade de pertencer a uma rede.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais, um breve review</title>
		<link>http://www.salomaoterra.com.br/2010/04/15/redes-sociais-um-breve-review/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 17:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação sobre Redes Sociais para os cursos de Comunicação e Marketing do UniBH Redes Sociais &#8211; um breve review]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação sobre Redes Sociais para os cursos de Comunicação e Marketing do <a href="http://www.unibh.br" target="_blank">UniBH</a></p>
<div style="width: 610px;"><strong><a title="Redes Sociais - um breve review" href="http://www.slideshare.net/salomaoterra/redes-sociais-um-breve-review">Redes Sociais &#8211; um breve review</a></strong><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="610" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentacaofinal-100415071848-phpapp01&amp;stripped_title=redes-sociais-um-breve-review" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="610" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentacaofinal-100415071848-phpapp01&amp;stripped_title=redes-sociais-um-breve-review" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		<title>David Byrne e Paul Weller</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webjornalismo Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Byrne]]></category>
		<category><![CDATA[Here Lies Love]]></category>
		<category><![CDATA[Opperaa]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Weller]]></category>
		<category><![CDATA[Wake Up Nation]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerações sobre Wake Up The Nation, de David Byrne e Fatboy Slim, e Here Lies Love, de Paul Weller <a href="http://www.salomaoterra.com.br/2010/04/09/david-byrne-e-paul-weller/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="David Byrne" src="http://www.opperaa.com/userfiles/image/musica/2010/03/david-byrne.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Em meus reviews na revista <a href="http://www.opperaa.com" target="_blank">Opperaa</a>, recentemente escrevi sobre dois discos reveladores. Here Lies Love, uma parceria entre David Byrne e Fatboy Slim, além de Wake Up Nation, recente trabalho solo do músico inglês Paul Weller, um dos fundadores do The Jam.</p>
<p>O primeiro é em verdade um aglutinado de produção dos dois músicos que resolveram convidar intérpretes sigulares para &#8220;narrar&#8221; a vida da ex-primeira dama das Filipinas Imelda Marco.  Ela ficou famosa pela coleção de sapatos, escândalos políticos etc. Basicamente, <a href="http://www.opperaa.com/346-david-byrne-e-fatboy-slim-unem-se-em-here-lies-love.html" target="_blank">Here Lies Love</a> traz as batidas de Fatboy Slim flertando com os estudos que David Byrne fez junto à música latina.</p>
<p>O segundo disco, <a href="http://www.opperaa.com/357-paul-weller-completa-10-discos-com-wake-up-the-nation.html" target="_blank">Wake Up Nation</a>, é o que me motiva a escrever este texto. O trabalho apresenta um apuro único de produção, e, não bastasse, também uma postura louvável do músico. No final da década de 70 e início da posterior, Weller serviu como frontman de uma das bandas mais expressivas do então insurgente movimento punk, mas mesmo participando da cena, nunca tiveram sua estética completamente enquadrada ali. Anos depois, ele participa do The Style Council, um projeto pop perfeito para servir à sessão da tarde com melodias doces de filmes adolescentes. Na época até que funfava! A partir daí, no início da década de 90, o músico participou ativamente das produções de bandas como Blur. Aliás, os backin vocals de Wonderwall, do Oasis, foram gravados pelo músico. Wake Up The Nation talvez seja o álbum que mais sintetize toda essa história. Tem guitarras sujas, a coisa melosa e também muito do britrock. Tudo sintetizado, coerente e sem forçar a barra na linha &#8220;caça-níquel&#8221;.</p>
<p>Bem, findado o momento revival, vale aqui um comentário: estaria o mercado fonográfico preparado para absorver um nível posterior da produção musical, com trabalhos mais cuidadosos, ou apenas alimentando a tendência de renovação através do resgate de antigos nomes?</p>
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		<title>Fiat SGTR</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Fiat]]></category>
		<category><![CDATA[SGTR]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambiente digital da para o Sistema de Gerenciamento de treinamento da Rede, SGTR, da Fiat. Atividade: Arquitetura de informação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/img_fiatSgtr.jpg" alt="Fiat SGTR" title="Fiat SGTR" width="355" height="304" class="alignnone size-full wp-image-75" /></p>
<p>Ambiente digital da para o Sistema de Gerenciamento de treinamento da Rede, <a target="_blank" href="http://www.sgtr.fiat.com.br/">SGTR</a>, da Fiat. </p>
<p><strong>Atividade:</strong> Arquitetura de informação </p>
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		<title>Santa Bárbara Engenharia</title>
		<link>http://www.salomaoterra.com.br/2009/11/20/santa-barbara-engenharia/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Terra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Barbara Engenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambiente digital da empresa de engenharia Santa Bárbara, que conta com espaço para portfólio de obras, clientes e relacionamento com fornecedores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.salomaoterra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/img_santaBarbara.jpg" alt="Sana Bárbara Engenharia" title="Sana Bárbara Engenharia" width="355" height="214" class="alignnone size-full wp-image-72" /></p>
<p>Ambiente digital da empresa de engenharia <a target="_blank" href="http://www.santabarbarasa.com.br/">Santa Bárbara</a>, que conta com espaço para portfólio de obras, clientes e relacionamento com fornecedores.</p>
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